AUTOBIOGRAFIA

                                                                    Autobiografia


                Meu nome é Lucas França, nasci no ano de 2005, ano em que o furacão katrina passou nos EUA, e causou perdas de milhões de dólares, e também tirou a vida de várias pessoas. Não me lembro muito sobre os acontecimentos de cada ano de vida, me recordo de brincar na rua até 2013/2014 mais ou menos, a partir daí me lembro mais pois logo em seguida entrei no quarto e depois quinto ano do fundamental, onde fiz muitas amizades, seguindo daí veio os anos finais, 2019 está bem refrescado na minha memória pois foi onde tive  meu primeiro namoro e tive que fazer terapia por conta de uma depressão, que por sinal tomo o remédio até hoje.
                Gosto de jogar video games, na maior parte do tempo nessa quarentena acho que foi o que eu mais fiz, jogo jogos como o GTA V online, Red Dead Redemption 2, Call of Duty ww2, COD Warfare, Gran Turismo Sport com modo vr incluído, entre outros.
                 Passo um tempo no celular falando e até jogando com amigos da escola e também um acontecimento nessa quarentena é que um familiar próximo meu ficou com suspeita de corona e internado, mesmo fazendo 4 testes e dando negativo, levando em conta que o teste não 100% preciso e tem gente que não dá positivo mesmo estando com o vírus, e também, em seguida fiquei com algumas dores para respirar durante uns 3/4 dias e fiquei indisposto, meu pai ficou gripado e minha irmã com dor de garganta, minha mãe não teve nada pois estava em isolamento da gente, e também esse familiar está no momento com várias sequelas idênticas ao do covid. Mas o bom é que depois volta ao normal.
                 Sempre tive um encanto muito grande desde pequeno de aprender coisas novas, eu sempre quis saber ler e escrever desde pequeno (4/5 anos); eu olhava as placas e pensava baixo -poxa, o que será que tem escrito ali-. Eu aprendi a ler e escrever no primeiro ano, eu li tudo em voz alta para os outros saberem que eu conseguia ler, via a professora escrever no quadro (na época ainda era o de giz) eu acompanhava a mão dela e via as palavras surgirem, eu realmente ficava ali admirando o tempo todo, acho que desde essa época eu comecei a gostar das escritas e começar a entender que ela também podia nos passar os sentimentos e visões de uma terceira pessoa. Eu comecei a tentar aprender espanhol com minha avó e meu bisavô, que são espanhóis e vieram para cá durante o séc.xx; e já o inglês que eu também gosto bastante me acompanhava nos jogos, pois ele falavam e fui aprendendo as pronuncias e até palavras sozinho, um pouco mais tarde eu ouviria através de músicas também.
                 Eu sempre tive curiosidade em descobrir as coisas e foi logo no início da escola que me abriram outra porta... A ciência. Que palavra linda, não é mesmo? Embora você provavelmente não ache, eu gosto muito de ciências, biologia e coisas que mexam com experimentos feitos em laboratórios, vacinas, etc, talvez eu tenha jogado e visto muitas coisa de zumbis, o que me levou a achar legal entender como seria se fosse na vida real, foi daí também que me surgiu a vontade de ver os organismos vivos existentes e tentar entender algo com eles.
                 Jamais deixei de gostar dessas coisas, embora nos últimos dois anos eu tenha passado um momento difícil e que não tinha muita vontade de estudar... Foi aí que fui percebendo que na vida a gente tem que criar responsabilidade e seguir em frente, pois a vida, mesmo que as vezes não pareça, tem muitas coisas boas das quais só descobriremos caso soubermos vive-la. 
                 Claro que tem muito mais coisa sobre mim, mas é óbvio que eu não conseguiria escrever tudo aqui, espero ter ajudado a conhecer um pouco mais de mim. ;)

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21/09/2020